Morro do Pavão, 1937

Pois é, deu no jornal : Favela do Pavão/Pavãozinho é uma das que mais cresceu……. e não só ela, Tabajaras, Chapéu Mangueira, Rocinha, Jacarezinho, Alemão, Rio das Pedras, Cordado, Terreirão, Borel, Furnas, Canôas e por aí vai a lista, que corrobora a decadência de nossa cidade alimentada pelo populismo, clientelismo, socialismo de mentirinha, oportunismo, atraso religioso, falta de educação, banditismo, ingerência e por aí vai numa lista tão grande quanto o rol de favelas de nossa cidade, que crescem sem freios, para alegria de nossos políticos e certas religiões.
 A foto não é nova, nem inédita. Quem já foi na exposição Copacabana sob as Lentes de seu Morador  organizada pelo Tumminelli e por mim em suas várias edições já teve a oportunidade de aprecia-la em grande formato e as outras duas da sequência.
 Vemos o morro, sem NENHUM BARRACO há pouco mais de 70 anos. E mesmo ela já sendo visível em fotos do início dos anos 70 a considerável distância, o Pavão/Pavãozinho foi a primeira favela a “descer” o morro e também a fagocitar construções e vias, na época que tomava muito “fermento” de um certo governador.
Faremos um up-grade em nosso sistema nesse fim de semana, esperamos que ele seja indolor, mas talvez tenhamos alguns probleminhas. Mas com certeza as novas funções que o site terá agradará a todos

15 comentários em “Morro do Pavão, 1937”

  1. André,
    Uma correção. Há 3 barraquinhos ali, próximos ao edifício de 3 andares no centro da foto. Se tivessem sidos exemplarmente removidos a época, e as construções do lado par da Ladeira de Saint Roman edificadas de forma que não houvessem acessos ou servidões a mata existente no fundo destas edificações, talvez a favela não tivesse se consolidado. Mais impressionante, é ver o edifício horizontal, na parte direita da foto, que se não me engano era um hotel, e hoje está completamente desfigurado, incorporado a urbe da favela.
    Como permitiram fazer isso com o Rio?

  2. Qual foi a favela no Rio que não cresceu? Somente as removidas em benefício das construtoras. Somente para a construção da Vila do Pan e da Cidade Jardim foram removidas favelas na Ayrton Senna e Abelardo Bueno. Para a construção do Centro Metropolitano e a abertura da Via 8, a prefeitura terá que remover parcial ou totalmente uma favela atrás da antiga Schering, em Jacarepaguá.

  3. Hoje, no caderno de imóveis do jornal O Dia, saiu um projeto de um novo bairro que, segundo o Bittar, terá cerca de 2000 unidades habitacionais e irá “revitalizar” a área entre a Colônia Juliano Moreira e Curicica. A área de 8 milhões de m2 pertencia ao exército e, por motivos óbvios, era uma das poucas não invadidas no bairro de JPA. O Hospital de Curicica, vizinho à tal área, perdeu boa parte de seu terreno original por causa das sucessivas invasões patrocinadas sabemos bem por quem. O exército também se livrou do REC MEC, em Campinho, que virou um supermercado e um futuro condomínio.

  4. André Decourt, Mas o morro não ficou assim após 2002… em 2003 o populismo; clientelismo; socialismo de mentira; falta de educação que você insinua jà encontrou o morro como está hoje… sua base jornalística é tendenciosa e demagoga, desculpe a sinceridade… um jornalista tem que informar somente e não tentar impor o seu gosto… fugiu disso é jornalista de terceira.

    1. O populismo, clientelismo, socialismo de mentira, falta de educação e cultura da invasão tomaram força nos governos de brizola e seus filhotes, a partir de 1982. Vc está certo quando associou estas definições ao grupo terrorista que dominou o país a partir de 2003 mas creio que o texto se referia ao primeiro grupo de escroques.

  5. Pois é… a catástrofe social que foi inflada pelo brizola e seus filhotes, aliados às políticas de direitos dos manos, covardia e ingenuidade da população honesta e pela legião de toxicômanos de todas as classes sociais, nos assola a cada dia, nos privando de nosso direito de usufruir da nossa cidade!
    Fagocitose definiu muito bem o fenômeno de decrepitude que é a favelização das áreas próximas aos antros.

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