Jardins de Botafogo, anos 30

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Em mais uma foto da Life, na realidade mais um postal de acervo da revista,  podemos observar o que o Rio já foi;  uma cidade com o urbanismo bem cuidado, belos jardins, ambientes convidativos.
Estamos vendo jardins criados no início do séc. XX por Passos na região onde hoje está a Praça Nicaragua  e que foi sendo bem modificada desde a criação da Park Way, que acabou fragmentando parte dos jardins.
O traçado romântico de aléias sinuosas e curvas ainda se mantém, e as árvores na borda da praça já estão bem frondosas, por cima da grama espécies que fazem sombra discreta para o gramado não virar terra morta quando as árvores crescerem. Ao fundo e a direita temos uma estrtura, que pode ser parte do monumento ao Almirante Tamandaré.

11 comentários em “Jardins de Botafogo, anos 30”

  1. De que adianta termos belas praças se não podemos usufruir delas?
    Praças viraram lar de mendigos. As crianças não podem brincar e os adultos não podem passear nelas sem serem incomodados ou até roubados por vagabundos que se passam por mendigos e que muitas vezes fumam e cheiram drogas em plena luz do dia.
    Quando é que nós que pagamos IPTU teremos o direito de desfrutar de nossas praças e ruas em paz? Espero ainda estar vivo quando este dia chegar!

  2. Moro perto, passo todo dia por ela , conheço-a desde 1954.
    Revitalizar é só querer, vide a Praça Paris, está uma beleza.Esta que o Decourt nos apresenta bem como todos os jardins do inicio (final) da Av. Rui Barbosa até a Rua Visconde de Ouro Preto podem ser facilmente refeitos e gradeados. As pessoas que trabalham na área teriam a oportunidade de descançar após o almoço em um agradável local. Os moradores, como eu, poderiam passear tranqüilamente.

  3. Fugindo um pouco ao tema do post, passei hoje pela “feira” na Rua Pedro Lessa e vi exposto para venda um LP chamado “RIO – Cidade Indomável – Disco 1”, apresentando… Carlos Lacerda (!!!), incluindo uma foto do próprio na capa. Algum dos especialistas poderia me esclarecer o conteúdo do dito-cujo?

  4. Não duvido que a cidade naquela época fosse mais limpa e agradável, mas mesmo hoje em dia é possível fazer fotos que passem essa mesma impressão. Tudo é uma questão da arte do fotógrafo, de escolher bons ângulos e iluminação.

  5. Fugindo um pouco ao tema do post, passei sexta pela “feira” na Rua Pedro Lessa e vi exposto para venda um LP chamado “RIO – Cidade Indomável – Disco 1”, apresentando… Carlos Lacerda (!!!), incluindo uma foto do próprio na capa. Algum dos especialistas poderia me esclarecer o conteúdo do dito-cujo?

  6. Não moro no Rio mas já fui muito ao Rio, fico admirado com o contraste entre o antigo e novo, principalmente o antigo, essas belas praças deveriam ser cercadas, e colocar uma pessoa na entrada para ver quem entra, e a noite fecha o portão, só assim para manter essas lindas praças nos dias de hoje infelizmente.

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