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É isso que diz a placa, numa região que parece se recuperar de um bombardeio da Segunda Guerra Mundial.
Em meio a destruição as duas antigas vias, nas laterais da nova avenida ainda tentam manter sua vida, embora inúmeros prédios já estivessem sendo demolidos, alguns durariam em quase ruína, anos e décadas em complicadas ações de desapropriação, pois a PDF não desapropriou toda a região por interesse público, mas sim prédio por prédio. Em alguns lugares construções novas subiram, em outros o vazio urbano ainda permanece, mesmo nos trechos que teoricamente seriam bem valorizados, como esse da foto.
No lugar da antiga igreja e Largo de São Domingos temos uma árida faixa de pedra britada que em breve ganhará placas de concreto, os pedestres atravesam sobre o sol inclemente, talvez não imaginando que com os carros e a ausência do treceiro canteiro central, contruído só nos anos 90, a travessia se tornaria uma prova de obstáculos.
Ao fundo, já sem o prédio da prefeitura uma parte do Campo de Santana aguarda ser devastada  pela ignóbel avenida, que não poderia deixar de ser batizada, em vida, com o nome de um ditador.