Vitória da Ignomínia

 

 
Parabéns seus calhordas, vocês conseguiram!!!!!!!
Um dos museus mais importantes do mundo (exceto para o brasileiro) virou pó, cinzas e fumaça.
O Museu Nacional não tinha 200 anos, ele tinha no barato 337 anos, pois sua coleção se originava da Casa dos Pássaros, fundada no prédio que depois foi sede do Tesouro Nacional e hoje é uma das terras arrasadas nessa arrasada cidade. O que sobrava dessa coleção ardeu em chamas hoje, junto  com a importante coleção egípcia de P II, com o fóssil da Luzia, a brasileira mais antiga, com estudos arqueológicos, paleontológicos, botânicos …..arquivos da família imperial e prédio em sí, que aliás quase foi demolido pelos broncos positivistas.
Bronquice essa que veio acompanhando nossa república, que sempre relegou o passado, história e conhecimento são relegados a segundo plano por TODOS nossos governantes desde PII, negação essa que veio se acentuando nas últimas décadas. O pior, instituições privadas antes sérias, que contribuíram enormemente com por exemplo a preservação de Ouro Preto, caíram no “sonho olimPico” erguendo museus impactantes só no visual, pois em termo de acervo não passam de mera feira de ciências de colégio pequeno burguês.
Na desgraça surpreende o silêncio de nosso obscurantista prefeito e o proselitismo político de nossa esquerda, que já incluiu no pacote do golpe a destruição do museu,  destruição essa fruto de pelos menos 30 anos de desleixo, metade deles sobre influência direta de seu maior (e engaiolado) prócer. Silêncio também do reitor da UFRJ, a quem o museu estava subordinado, reitor esse que está numa guerra ideológica e fraticida contra o os “golpistas” em detrimento ao patrimônio que deveria gerir, entre eles seus milhares de alunos, prejudicados pela ideologia politico-partidária que deveria passar longe de uma instituição de ensino, onde ideologia deveria ser apenas cadeira de ciências sociais.
O MN vivia de esmolas ha décadas, R$ 500.00,00 reais de verba do governo em 2013 é uma piada, não é um número para se orgulhar e fazer política com ele, era para guardar na algibeira e ficar se fingindo de morto. E digo mais, o governo federal quebrou no ano da última eleição, onde a nomenklatura da vez, torrou todo o dinheiro da união, contratando naquele 2014, como uma louca, para provar, notadamente nas cidades do interior que vivíamos uma bonança financeira, de lá para cá, só foi deblaque. O vampirão é culpado, claro que é, mas a ele se juntam a Tia, o presidiário e todas as figuras cinzentas que orbitam a administração, onde o toma lá dá cá, a boquinha e o loteamento de cargos importantes para satisfazer líderes locais inexpressivos nacionalmente vem minando a máquina pública com gente despreparada, que muitas vezes não sabe nem colocar em negrito um texto em word, apesar de ganhar várias vezes mais que os concursados do local.
Não havia água nos hidrantes………. fato esse comum EM TODOS OS INCÊNDIOS DESSA CIDADE !!!!1
O IPHAM há anos embarreirava a construção de um prédio anexo, certamente por questões filosóficas, pois esse órgão neglicencia o resto do país onde prédios históricos desabam por falta de tutela…
Escreveria e mandaria muitos mais à merda e a puta que pariu, governantes e aspirantes de governantes, burocratas e aspirantes de burocratas que hoje agitam banderinhas partidárias pensando na futura boquinha em algum cargo DAS. Estamos entregues ao amadorismo na administração pública e só a proibição de não concursados em toda a administração pode minorar, digo minorar, pois a correção total demorará pelo menos duas gerações……..
 
Hoje vimos a perpetração de um crime contra a humanidade !!

33 comentários em “Vitória da Ignomínia”

  1. Tudo o que você escreveu é pouco para descrever a tragédia ocorrida. Omissão, má-fé, desídia, todos os adjetivos são poucos para recriminar o comportamento das autoridades que há décadas nos governam.
    O sentimento é de revolta e total desesperança. Pobre país.

  2. O que aconteceu nesta noite foi inconcebível em qualquer país minimamente civilizado. Agora, estamos novelados com lugares de quarto mundo, onde museus são destruídos – não apenas por guerras, mas também, e sobretudo, pelo descaso e pela ignorância – como no Iraque ou Afeganistão.
    O que foi perdido jamais será reposto – MILHARES de anos de História, se pensarmos apenas na sala relativa ao Egito.
    Concordo com vc, foi crime contra a Humanidade.

  3. André Decourt, endosso suas palavras con ênfase. Quando eu externo meus pontos de vista em alguns blogs de memória, muitos deles polêmicos, sou criticado por alguns, ora por ignorância, ora por teimosia, ora por convicções políticas, ora por “doutrinação esquerdista”, mas seu desabafo me faz mencionar um deles, onde afirmo que o regime militar cometeu DOIS CRIMES IMPERDOÁVEIS: o primeiro deles foi o de “sumir” com apenas 10% daqueles que mereciam tal destino, e o segundo foi a promulgação da Lei 6683/79, cujas conseqüências foram catastróficas e as sentimos até hoje.

  4. A indignação do gerente retrata a mixórdia que se instalou no país e especialmente no Rio.Assino e reconheço firma.Se valesse para captar votos a postura seria outra com a cultura e a memória.Hoje vale para agradar meia dúzia de tutelados,especialmente que jogam no mesmo time.Lamentável.

  5. O que irresponsabilidade de nossos governantes foi capaz de fazer?
    Dinheiro pra qq bosta gay tem, mas pro Museu não.
    Dinheiro pra festa de fim de ano com artistas da corriola tem, mas pro Museu não.
    Dinheiro par peças, livros e outras merdas de gosto mais que duvidoso tem, mas pro Museu não.
    Resumindo: Vão todos esses governantes, administradores e reitores pra Puta que o Pariu.

  6. Realmente uma tragédia anunciada há tempos.
    12 anos de governo petista e nada foi feito.
    8 anos de Cabral e Paes e reformaram o Maracanã várias vezes construiram o porto maravilha e o museu do amanhã
    com bilhões do governo federal e empreiteiras etc.
    Quinta da Boa Vista ,Museu Nacional pra que! O povo como eu escrevi no blog no ¨saudades do Rio ¨ na sua ignorante maioria prefere o futebol cerveja praia Anita rede Globo entre outras atrações.
    Realmente é pra chorar essa perda irremediável, causada pela incompetência e esse maldito ideologismo político.

  7. Ontem a noite, quando me falaram sobre isso eu apenas disse a seguinte frase: “Sabia! Demorou até demais para acontecer!” Confesso que não quis nem ver pois tenho nojo do Rio de Janeiro e do Brasil.
    Alguém aqui falou o que eu iria dizer: “Tragédia anunciada!”
    Eu não acredito em nada onde brasileiro põem da mão. Dá nisso. E ainda tem muito idiota que irá votar esse ano nessas “Fezes Humanas” que estão aí. Dá nojo a Política desse país como o próprio povo.
    E quanto ao povo? Claro! O povo é tão culpado quanto isso, especialmente o habitante desta urbe, apaixonado por favelas, bandidos, evangélicos, maconheiros, a esquerda da Zona Sul encastelada nos edifícios, e claro, a transformação do Rio em curral de migração.
    Veja as propagandas políticas. São sempre as mesmas caras e, o que tem de novo, é só para fazer o que estão lá há 30 ou 40 anos já fazem.
    Sempre disse isso e hoje reitero.
    Maldita foi a hora que os norte americanos jogaram das bombas atômicas nos japoneses! Deveria terem sido jogadas aqui!
    Assino embaixo do que o André escreveu. É tudo verdade e mostra a nossa indignação com essa cultura e esse país.
    Agora, prezado Joel, você, assim como eu, que conhece bem certa figura que em outro blog briga com todos que fala alguma coisa que ele não aprova do IPHAN, agora, quero ver o que ele irá dizer sobre isso.
    Essa nação é uma verdadeira piada mortal.

    1. Wolfgang, o “nosso amigo” está comentando “naquele sítio” como anônimo ou algo que o valha e “baixou a crista”. Ele conseguiu esvaziar o blog substancialmente. Certamente ele tinha uma “boquinha” no Iphan antes de ser “promovido à Deus”. O Lino Coelho deu-lhe uma “esculhambação” que o sumir. Mas voltando ao que interessa, situação política do país está se agravando e seria impossível que não se pudesse comentar nada que não fosse de seu interesse ou de seu enorme ego. Nas o pior é que ele tentou “fazer escola” colocando um “assessor” da esquerda…

      1. Joel. Havia gente ali que o protegia. Enfim… isso não me interessa mais.
        Infelizmente não acredito mais em Político nenhum, seja ele de Direita, Esquerda, Centro, o que for.
        Já de um tempo para cá eu venho refletido muito se os sulistas é que não estão certo em querer a Secessão.

  8. Esqueci de dizer.
    E o pior é que nada irá acontecer com os verdadeiros culpados.
    Não se pode nem bater ou matar essa gente. São intocáveis.

  9. A vida segue e a maioria da população brasileira sequer se deu conta do que aconteceu com o Museu Nacional. Ignoram a importância daquele acervo não só para o Brasil, como para toda a humanidade. Escolhemos ser um país sem educação, sem história e sem cultura. Tenho uma profunda vergonha de ser brasileiro!

  10. Terrível, uma atentado contra a nossa Cultura. Um escárnio com a nossa cara. Gastam mais no lava-jato dos carros dos deputados federais do que no orçamento para o MN.

  11. Assino embaixo cada palavra e o pior de tudo é que já arrumaram um bode expiatório pra ser culpado, ou melhor, um balão. Desculpa extremamente conveniente para livrar os verdadeiros culpados, já citados nesse texto perfeito !

  12. Uma tragédia e uma vergonha para qualquer um minimamente preocupado com o futuro deste país. Nossas “elites” são medíocres e nossos políticos são um monte de fezes falantes. Acho que só vamos melhorar depois da próxima idade do gelo. Precisamos de alguns milhares de anos sem praia, futebol, samba e cerveja.

  13. À medida em que o tempo vai passando, vamos descobrindo detalhes interessantes.
    Há 40 anos não havia protocolo de prevenção de incêndios. O último presidente eleito democraticamente visitou o museu há 60 anos.
    E hoje em reportagem do jornal O Globo sabemos que um empréstimo de US$ 80 milhões do Banco Mundial para a reforma do museu foi recusado há 20 anos (1998).
    Todos têm a sua parcela de culpa.

  14. Triste e revoltado.
    Texto perfeito.
    Fico mais indignado com a quantidade de “chefes” do museu que estão aparecendo nas entrevistas.
    É presidente, vice presidente, diretor disso, diretor adjunto daquilo, diretor auxiliar ou seja um monte de “boquinhas” de cargos em comissão. Agora que não tem museu nenhum, acho que o primeiro ato é exonerar todo esse povo, afinal não terão o que fazer por um bom tempo.

  15. Ao povo brasileiro, peço desculpas. Não houve outra opção. Sacrifiquei-me, pois estava velho e pesado, onerando os cofres públicos e acorrentado a uma política pífia e decadente. Em um país onde faltam esparadrapos em hospitais e onde adultos mal sabem ler, o consumo de cultura e história é supérfluo quando comparado ao de arroz e feijão.
    Suicidei-me para dar espaço à nova cultura brasileira, midiática, imediatista e efêmera. Não há espaço para a contemplação de artefatos gregos e egípcios num mundo onde jovens cantam a “chatuba de mesquita”. Talvez se eu tivesse investido mais no meu sex appeal como o MAR ou o Museu do Amanhã, eu pensaria em ficar um pouco mais com vocês.
    Hoje vejo e ouço as lágrimas e o choro hipócritas daqueles que “me amavam tanto”, mas não me viam a décadas. Também o choro – igualmente hipócrita – dos políticos e pseudo-intelectuais que poderiam ter me tirado da minha depressão profunda, nem que fosse pra dar uma mão de tinta na minha fachada.
    A você, cidadão comum, deixo meus primos. A Biblioteca Nacional, O Paço Imperial, O Museu Nacional de Belas Artes, O MAM e o Theatro Municipal. Sei que você sabe que eles existem, mas não os conhecem. Peço que os veja ao menos uma vez e absorva um mínimo de cultura que seja, sem o desejo incontrolável de tirar uma selfie (que no meu tempo se chamava autorretrato). Visite-os, antes que também tomem a mesma decisão que tomei.
    Deixo-vos com a certeza que dentro de 30 dias o povo estará nas ruas num embate viril entre coxinhas e pães com mortadela; e que em fevereiro teremos um novo hit do verão. Serei lembrado como aquele tio velho que morreu. Alguns guardarão lembranças e saudade. Outros sequer lembrarão que existi.
    Abro espaço, então, para a antítese profetizada lá atrás, que finalmente poderá ser materializada: a criação de um “museu de grandes novidades”. Penso que será melhor assim.
    – Museu Histórico Nacional
    Texto que acessei via internet ,que não mencionava o autor se o Andre quiser retira-lo fica á seu critério.

  16. O bem sempre vence em qualquer lugar, principalmente quando é praticada a democracia. Por outro lado, alguns se valem da tão odiosa censura que pelo visto continuará “per seculum secularum”.

  17. Texto acalorado. Calmo e refletido poderia cometer a injustiça de tentar pegar leve. Sempre fácil lamentar a perda. Sobre os problemas, fácil falar depois que acontece. Só que antes desse acontecer, já havia acontecido: Dois incêndios nos últimos dois anos e mais um em 2011, além de outros incidentes com fogo de proporções menores. Algo estava errado. Algo de rotina não estava funcionando bem. Conforme dito, não houve um só responsável, mas um problema de desleixo altamente encadeado. Da parte da UFRJ, pergunto-me sobre os atributos da Prefeitura Universitária em relação ao museu e o que poderia ter analisado antes: havia planta? riscos levantados (depois de dois incêndios nos dois últimos anos, mas outro lá atrás e outros ao longo da última década além de alguns princípios)? Nesse ponto, estou falando apenas de como a rotina é conduzida, já que basta encaminhar profissionais que já fazem parte da folha. Como exemplo, a Cidade Universitária chegou a ficar uns dias sem internet meses atrás porque uma escavadeira detonou um cabo. Ou seja, não parece estar lá muito bem de planta das suas instalações… Enfim, é sempre fácil falar depois que acontece, porém, antes ainda desse incêndio no MN, já estava fácil porque incêndios já haviam acontecido. Para uma instituição educadora, o aprendizado ainda tem o que progredir.

  18. André, Joel e Wolfgang o que podemos esperar de um país que em que Ronald Biggs era tratado como celebridade um ex-presidente presidiário comanda o país assim como traficantes presos controlam seus negócios.
    O povo brasileiro que gosta de levar vantagem e procura atalhos para se dar bem sem ter que estudar e trabalhar tá se lixando com o que aconteceu, muitos talvez nem saibam o que era o museu.
    Estudei no Pedro II de São Cristovão e frequentei muito o museu, o casarão o acervo a área do pátio interno, tudo se foi por que quem deveria zelar por ele estava mais se preocupado com os seus e não com a nação.

  19. Fora de foco: O atentado contra Bolsonaro foi mais uma prova de que as esquerdas não estão jogando para perder. O autor da agressão foi preso e “suspeita-se” de que seja militante politico. Para aqueles “doutrinados” pela esquerda e que costumam “defender o indefensável”, faço uma pergunta: Esse ato foi um “ação democrática”? O incêndio do Museu Nacional “teria sido coincidência”? Caso esses atos criminosos se repitam, como acham que as “forças democráticas” devem agir? Com flores, abraços na praça, ou “na medida exata da agressão ao Estado Democrático de Direito?

  20. Imbecil tem em todo lugar. Até para tentar matar outro da mesma espécie.
    Torço pela recuperação do esfaqueado, para que seja defenestrado pelo voto e que não se torne um mártir para seus minions.

  21. Estou de luto. Luto pelo museu que era um pedaço da Europa no Brasil. Choro como se perdesse um ente querido. Quantas vezes eu não tinha aula e ficava naquele jardim interno dele, via os fetos no formol, desde o momento da concepção, até seis meses, via as múmias, como era bom, e depois eu imaginava que estava na França, olhando os jardins internos, os seus tetos todos pintados, seus salões. Um povo que não cuida do seu passado não é povo. Quem não tem respeito com seu passado não tem futuro. É só o que a gente está vendo hoje, só corrupção, eu sei porque a justiça no Brasil agoniza e alguns, eu digo alguns juízes tentam modificar, mas se não houver a ação do povo em massa não vai mudar. Eu vejo o futuro do Brasil como aquele que vai nadar e morre afogado, se debatendo até afundar e padecer. Que tristeza, meu museu! Um museu onde muitas vezes eu apanhava da minha mãe e ia me consolar com ele. Que coisa mais linda! Ele não merecia ter esse triste fim, mas o brasileiro tem o ditado: “Lavou, tá limpo!”, mas no caso desse museu não, o museu da minha infância. Ainda bem que o Sr. Clóvis Bornai, meu amigo, se foi antes dessa tragédia. Era a nossa memória, é a nossa origem que vocês deixaram queimar como se queima um lixo. Nós não temos futuro. Eu estou de luto e todos que gostavam dele. Lá tinha peixes de todo o mundo, múmia, um museu dos mais completos, só arquitetpnicamente ele era um espetáculo. Meus pêsames, povo carioca, vocês já tinham acabado com o Palácio Monroe e agora deixaram acontecer com o Museu. Quem compactua com o errado é mais errado ainda. O que esperar de um povo inculto? Imbecis!

  22. Acabou de sair no JN: Pra UFRJ, qualquer tentativa de tirar o museu das mãos deles é AUTORITÁRIA.
    Democrático pra eles é criar uma dicotomia onde ou eles recebem a grana e “administram”, ou o museu deve ser abandonado.

  23. Infelizmente pessoas com esse viés são bem mais comuns do que imagina e estão em todas as partes, em sua grande maioria “devidamente doutrinadas nas universidades”. Estão em toda parte, podem estar “mais perto do que se imagina”, e se alguém discorda de suas teorias doentias é imediatamente atacado. São legítimos comunistas que “vivem do alheio” através de “boquinhas e verbas públicas. Curiosamente existem os “verdadeiros idealistas”, indivíduos “razoavelmente instruídos” e que são oriundos de camadas mais modestas da sociedade, detentores de modestos empregos, e morando nas “periferias e cercanias” dos grandes centros. Vide perfis como o de “Adelio”…

  24. Inaptidão total! Descaso, principalmente, de quem lidava diretamente com o acervo. Não adianta culpar o governo federal que, no Brasil, trabalha sempre contra o país e contra seu povo. Disto todos já sabemos. Não adianta culpar o governo do estado do Rio, espelho da canalhice federal: dilapidou o estado e todo o seu patrimônio, símbolo maior disso é o Maracanã, bem ali, na cara de todos nós. Faltava o Museu. O que mais falta? Podem esperar, que vai acabar também. Mas quem estava perto, a começar pela administração direta, deveria, há muito tempo, já estar gritando à população. o tempo todo, ameaçar retirar o acervo, enfim, o que fosse, antes que acontecesse o que aconteceu. Depois vêm decantar em prosa e verso, de modo romântico, numa propaganda post mortem, o quanto era relevante para as crianças das escolas públicas frequentarem o Museu. É claro que era! Já era!

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