Estádio das Larajeiras déc. de 50

Continuamos no tema futebol em um post duplo com o Saudades do Rio que publicou onte uma imagem do campo do Fluminense antes da construção de seus estádio no final da década de 10 ( http://fotolog.terra.com.br/luizd:2572 ), a imagem se não me engano foi me enviada pelo Cariocadorio há algum tempo, tendo sido inclusive postada em seu blog ( http://cariocadorio.wordpress.com/ ).
Com essa imagem que mostra o estádio e os arredores íntegros, antes dos alargamentos da Linha Lilás que o campo do Fluminense avançada muito em relação a linha de facvhada do Palácio Guanabara, o que elimina completamente se o jogo mostrado no Saudades se realizava do tricolor ou no então campo do Flamengo.
O renque fechado de oitis mostra a velha via com a sua largura orignal e as palmeiras mais à frente bem como o próprio estádio podem nos dar uma idéia do quanto foi alargado.
Em outro posto do site, ainda nos tempos do fotolog ( http://www.rioquepassou.com.br/2008/02/19/campeonato-sul-americano-de-selecoes-1922-jogo-inaugural/ ) temos também essa noção de perspectiva do estádio avançando sobre o alinhamento do Palácio Guanabara, que aliás acabou norteando a linha de alargamento da Pinheiro Machado na época do Estado da Guanabara, este post foi atualizado e teve sua foto transformada para abertura em altíssima definição valendo a pena o recordar.

14 comentários em “Estádio das Larajeiras déc. de 50”

  1. Uma beleza!
    Este estádio era muito simpático, perto, com ótima visão do jogo de qualquer parte. As sociais, com suas cadeiras de madeira, era muito confortável.
    Infelizmente a população cresceu demais e este, como outros estádios da zona sul, ficaram inviáveis pelo tamanho e pelo transtorno ao trânsito.
    O último jogo que vi aí foi na década de 60, um Flamengo e Olaria.

  2. É o Fluminense mais uma vez prestando um serviço ao Rio de Janeiro.
    Como curiosidade, houve um membro do conselho deliberativo da época que sugeriu utilizar o dinheiro da indenização para construção de um estádio na região da Barra da Tijuca. Infelizmente, o estádio não foi construído e ele taxado de louco…
    Será essa história verídica?

  3. Ainda esta tombado (por enquanto). Querem transferir o time profissional para os lados do Recreio e reformar a sede, transformando o campo de futebol em quadras polivalentes.

  4. Conheci o campinho do flu quando criança levado por minha avó
    que era sócia do clube. Apaixonei-me pelas cores do tricolor e
    sou torcedor até hoje apesar de tudo. Se eu não estou engana-
    do quando o governo resolveu alargar a rua Guanabara e tirou
    do tricolor um bom pedaço do estádio, pois me parece que o campo não foi cortado sómente parte da arquibancada o gover-
    no do estado ofereceu em troca ao clube um terreno na então
    selvagem barra da tijuca.Parece-me que o clube devido a má administração perdeu esse terreno por causa de dívidas, nunca levando adiante o que sería o novo estadio tricolor. Se eu estiv-
    ver errado por favor corrijam-me. Mas apesar de todas as mazelas o Fluminense é isso: Tradição, classe, categoría, educa-
    ção e muitos titulos.

  5. André meu amigo,
    A foto eu já conhecia, mas não deixa de ser fantástica.
    Agora te antecipo que a atual Diretoria, que assumiu em janeiro deste ano, esta tratando a questão da Sede com muito carinho, incluindo o edifício sede, histórico, e o estádio.
    Não se espante se em breve nascer o projeto que pretende reconstruir a fachada de 1922, e criminosamente demolida para a duplicação da Pinheiro Machado em 1961.
    Abraço

  6. Achei interessante o que Nélson Rodrigues escreveu sobre o campo de Álvaro Chaves em 19 de maio de 1964, em O Globo.
    O jornal republicou na coluna “Há 50 anos” o comentário, feito em 19-5-2014 pelo colunista: “Amigos, o ressentimento antitricolor é um dos graves problemas do futebol brasileiro. Imaginem que o Fluminense cedeu o seu campo para o treino do scratch. Êsse ato modesto de colaboração devia merecer um “muito obrigado”. Pelo menos isso. E, no entanto, vejam vocês: todo mundo meteu o pau no campo de Álvaro Chaves. No próprio domingo à noite, houve mesa-redonda da qual eu participei. O treino, o scratch, a Taça das Nações, tudo passou para um plano secundário ou nulo. O que me interessava era arrasar o campo tricolor. Comparou-se a grama, que no Maracanã, segundo os colegas, é mais tenra, macia e nutritiva. Quase fiz a pergunta: ‘Mas o scracht vai jogar ou vai pastar’.”
    Acredito que interesse a outros. Saudações.

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