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É curioso a presença de algumas imagens mais antigas no acervo da Life, anos antes da grande produção fotográfica da revista,  mas mesmo sendo de origem diversa não podemos de deixar de apreciar a fantástica qualidade dessa e de algumas outras imagens “extemporâneas”
O fotógrafo se encontra embarcado onde hoje é uma das cabeceiras do SDU e mira suas lentes para a exposição, mostrando muito dos emblemáticos pavilhões do evento.

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Nossa primeira ampliação mostra o Parque das Diversões, que abrigava bares, restaurentes, brinquedos etc… O local por ele ocupado hoje está dentro das instalações do COMAR no Aeroporto Santos Dumont.

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A segunda ampliação, mostra duas torretas e parte da cúpula do Pavilhão de Festas e entre elas, em primeiro plano a torre de 35 metros de altura do Pavilhão da Grandes Indústrias, que abrigou o Serviço Metereológico e uma casa de chá. Construído por cima do Forte do Cabouço, construção colonial, foi demolido no final dos anos 30, início dos 40 para a realização do novo plano viário da região do Castelo. Essa demolição deixou por décadas uma feia cicatriz la lateral do MHN virada para a Av. Gal. Justo, em muito suavisada nas obras de restauração do prédio que abrigou a Casa do Trem.

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A terceira ampliação mostra partes do Pavilhão das Grandes Indústrias, das Jóias e da Caça de Pesca, em primeiro plano e por de trás o grande Pavilhão dos Estados, projeto de Morales de Los Rios, que foi ocupado pelo Ministério da Agricultura após a exposição e demolido, criminosamente, na mesma época do Monroe pelo governo federal. Perdendo a cidade um dos pouquíssimos prédios com cúpula de vidro que a cidade tinha.
 

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Por fim em destaque o Pavilhão da Estatísca, que sobrevive até hoje, sem sua cúpula  e com um terceiro andar construído, como o Centro Cultural da Saúde.