Em rítmo de Natal, comércio da Ouvidor com Rio Branco

Enquanto hoje a ridícula árvore de natal da Lagoa tem seu topo instalado a uns 50 aos atrás o natal era recebido de uma forma mais simpática.
Vemos o comércio localizado no filet mingon do antigo Centro o encontro da Rua do Ouvidor com a Av. Rio Branco. É certo que nessa época boa parte do comércio sofisticado antes localizado no Centro já tinha pelo menos aberto uma filial na Z. Sul, mais precisamente em Copacabana, mas o Centro ainda guardava muita coisa boa atraindo gente de todos os lugares da cidade.
Vemos em destaque a filial Ouvidor da A Exposição, localizada no antigo prédio antes ocupado pela David & Cia Papéis Pintados e que nessa época era um perfeito exemplo dos prédios da chamada primeira geração e meia da avenida. Onde prédios ecléticos eram profundamente modernizados sem serem demolidos, como já vimos alguns exemplos em posts passados.
Nessa época Av. Rio Branco tinha mão invertida, por isso a estranha posição dos carros e caminhão de bebidas.

3 comentários em “Em rítmo de Natal, comércio da Ouvidor com Rio Branco”

  1. Hoje em dia tudo tem que ser “super-produção”.
    Decoração apenas “simpática” não dá comissão boa.
    Saudades do Centro antes de ser esta verdadeira pocilga que se tornou. Nem calçamento para mais nas calçadas… vários trechos de terra pura.

  2. Vou lhes contar uma curiosidade: na década de 1940 havia um rapazola que fazia ponto nessa esquina da Ouvidor com a Rio Branco como camelô. Sabem quem era ele? Um certo Senor Abravanel, o hoje famosíssimo Silvio Santos!

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