Av Rio Branco 1975

 

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Nossa foto de hoje mostra a Av. Rio Branco em mais um momento de abandono do seu modelo original.
Estamos no meio dpos anos 70, época mais intensa da troca de toda a iluminação da cidade, de incandescentes ou fluorescentes para o vapor de mercúrio, que curiosamrente já estava sendo abandonado no primeiro mundo, pelo vapor multi-metálico e de sódio, curiosamente já presentes, o primeiro  no Aterro, 10 anos antes e o segundo  usado em breve na Ponte.
O prédio da CEF tinha acabado de ser entregue, os Oitis desbastados entregam o final da obra  e o acabamento das  marquises e sobreloja. Na rua os postes originais da avenida, instalados em 1906, estão presters a desaparecer. Os novos postes curvos com 12 metros, feitos exclusivamente para sustentar luminárias Philips com duas lâmpadas de 1.000 W, e para ser usados em vias largas sem canteiro central, já estão instalalados e em breve o sistema original da via que deveria ter sido preservado pelo menos na área do Municipal e Cinelândia irá desaparecer, talvez por serem fáceis de escalar e servirem de improvisados palanques políticos, como era costume.

7 comentários em “Av Rio Branco 1975”

  1. Esse ângulo de visão não mudou praticamente nada.
    A posição do Fusca e as faixas no chão apontam que a Rua da Ajuda ainda tinha tráfego de veículos. Será que já tinha sido aberto o quarteirão do De Paoli?
    Decourt, você sabe se algum desses postes da Rio Branco foi preservado? Sei que no Campo de Santana existem exemplares dos postes do canteiro central, tanto do modelo original quanto o de globos americanos.

    1. Rafa, ainda existe um poste da R. Branco, inclusive com a arquitetura para sustentar os lampiôes, tocados por globos em uma pequena praça perto do Largo da Cancela em Sâo Cristóvão, estava sem uso, ou seja sem globos, mas pintado e com todos os elementos.

  2. Olá. Gostaria de sugerir um post ou até memso uma série sobre os projetos originais do metrô do Rio, quem ontem foram definitivamente sepultados pelo nosso ilustre governador. Seria legal ver como seria realmente o sistema do metropolitano do Rio, caso tivéssemos governantes sérios.

    1. Rafael, já fizemos uns com os projetos originais, e faremos mais um outro, dado a cagada do governo do Estado, cujo o governador é manipulado pelo Sr. José Gustavo, presidente da MetroRio, que não está nem aí para a qualidade e lógica do serviço de metropolitano em nossa cidade. Para ele só interessa manter o maior número de quilômetros sob sua consecessão, não importando o contrasenso, nem o prejuízo ao usuário. Que é maipulável também em grande parte, pois votou na dupla dinâmica que está no nosso estado e cidade.

  3. A última excrecência me tirou do sério! Ligar a Linha 4 à Linha 1 na Gávea é brincadeira. Quando o Metrô vindo da Barra chegar em Copa, já vai estar cheio e, em Botafogo, entupido. Por que não fazer a ligação com a Barra via Alto da Boa vista e Itanhangá? Vai ser caro escavar na rocha? Vai, mas pelo menos não vai entupir o Metrô na Zona Sul, só na Zona Norte/Tijuca…

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