Comércio, Rua General Pedra, início dos anos 70

andredecourts foton från 2008-02-25 

foto 2/2
Nada do que vemos nessa foto existe mais, estamos na Rua General Pedra, uma das vias que desapareceram do mapa na atabalhoada reforma urbana realizada na região do Catumbi, Cidade Nova e o que restava da Praça XI no início dos anos 70 para a construção dos viadutos da Linha Lilás, do Metrô e de um plano urbanístico que decretou a morte de todos esses bairros.
Nessa época praticamente todos os imóveis estavam condenados a desaparecerem, aliás desde as obras da Av. Pres. Vargas nos anos 40 essa foi uma região que começou a ser desarticulada da cidade, principalmente a parte mostrada em nossa foto de hoje, pois ficou entre a larguíssima e árida avenida e os muros da Central, perdendo contado com o resto da cidade.
Mas mesmo assim, abrigava uma população que remetia a sua ocupação desde o séc. XIX, imigrantes, escravos libertos, operários, pequenas manufaturas, comércio especializado e comércio de bairro, esse sempre muito atrelado aos hábitos dos moradores.
A loja que vemos no decadente sobrado, que já viu dias melhores, embora ainda guarde em sua fachada, vários elementos de tempos melhores como o acionamento do toldo ( inexistente ) por manivela, as portadas de cantaria, pintadas de verde e simpáticos trabalhos de serralheria nas portas de enrolar, certamente ganhas na última reforma do imóvel em 1921, como está gravado na fachada, quando deixou de ser certamente uma casa colonial térrea para ganhar detalhes ecléticos.
O imóvel abriga um típico armazém de secos e molhados, o qual detalhamos o interior na primeira foto de hoje, panelas, vasilhas, peneiras, sandálias havaianas, pencas de banana, vasos de barro e prateleiras com mantimentos ensacados podem ser vistos. Além de três símbolos de umbanda, como o vaso com Espada de São Jorge, e duas estatuetas de orixás as quais não posso identificar.
Ao fundo uma chaminé, possivelmente de alguma padaria, e ao lado um outro sobrado térreo, com pinta de abandonado, e junto ao casal de namorados cartazes com o evento “Electra 6”
Não deixe de ver a foto anterior !
Foto: Arquivo da família

Comments (6)

derani 2008-02-25 10:28 …

Incrível, ainda passava gente por aí… me lembro que era praticamente um deserto.

luiz_o 2008-02-25 12:00 …

Há algum tipo de comércio assim nas vizinhanças da Cruz Vermelha, ruas 20 de Abril e adjacências.

tumminelli 2008-02-25 12:51 …

Imagino o mafuá que devia ser essa loja.
:-))

jban 2008-02-25 14:58 …

Ainda se vê algo do gênero no Estácio, Cidade Nova e Catumbi

jason_1900 2008-02-27 01:38 …

Seria uma loja de artigos de umbanda?

78 comentários em “Comércio, Rua General Pedra, início dos anos 70”

  1. Rio, 11/09/08
    Morei nesta rua nos anos, 60 há 69, filho de um homem que organizava as festas Julinas,fechando desde a rua marques de pombal e marques de sapucai,e nas copas do mundo também, sendo o meu o Sr. Manoel e amigos como Mario Cesar, Djalma, Joaquim da quitanda, morei na avenida n° 16 casa 7, de onde tenho muitas saudades, e tinha também a cocheira, o predio chamado Labanca, saudades dos amigos da avenida n°08. São muitas lembranças aqui não da para relatar. Muitas saudades mesmo.

    1. MOREI NA RUA GENERAL PEDRA 19 C/ 09 SOU FILHO DA GLORINHA APRENDI JUDO COM O MANUEL QUANDO ELE COLOCAVA O TATAME N A AVENIDA. MUITAS SAUDADES MESMO

  2. Caro Amigos da Rua Gen. Pedra, e ao Alziman do comentário anterior, estou solidário com suas recordações, visto que neste mesmo período vivi intensamente minha infância com fortes recordações, sou filho de Orlando (barbeiro) e Rufina, irmãos Carlos, Clóvis, … Assumo que a única frustração que tenho na minha vida, foi ter este passado histórico (material) bruscamente apagado, não só de minha vida, como de muitas outras pessoas. Morei no Labanca, abaixo do atelier de Heitor dos Prazeres (gente boa), onde criança brinquei muito no seu bagunçado espaço de pintura, e também na Chácara (em frente) tendo como guadião Sr. Osvaldo (amigo de minha família), Sr. Joaquim da quitanda, Dna. Míriam (mãe do Mauro), as irmãs: Édina, Maria do Carmo e do Socorro, etc…
    Sinto saudades de todos e gostaria de rever ou saber como estão todos aqueles que também amaram esta localidade. Lembranças de tantos momentos: quando a polícia encurralou o bandido mineirinho, dos filmes no cine Rio Branco, dos ensaios de samba, tamancaria onde comprávamos calçados para o carnaval, minha primeira escola (Colégio Jorge de Abreu Shiling), Banda Brasil Portugal (onde brincava o carnaval) com lança perfume, confete e serpentina comparados na esquina, mercado velho e novo… Ligue tel:(021) 97368406, 87440739 “Passeando no passado” Botelhosantanaadvs@pop.com.br

    1. Caros amigos tambem estudei na Jorge de Abreu Schilling que era da RFFSA, morei na vila de nº 19 casa 9, meu email e mlcorrea51@hotmail.com, tenho muitas saudades dos tempos das peladas na rua o jogo de bola de gude no monte, caçar peixinhos na vala da linha do trem os meninos da vila 8, dos transportes canario onde nos subiamos nos sacos de feijão etc. por favor entrem em cotato. hoje estou com 59 anos sai de la em 1965 na chuvarada que derrubou muitas casa inclisive na vila em que morava n 16.
      Grande abraço

      1. tbm morei na rua gal pedra e estudei na jorge de abreu. tabm caçava peixinhos de vala e botava num vidro e tacava miolo de pão nos coitados. lembro de seu manoel da quitanda,. do armarinho, não lembro o nome do dono mas era pai do seraphim que consertava tvs. morei no numero 63 perto de um galpão enorme de dono agostinho. Depois fui morar na avenida quase em frente onde morava a itália, o adriano que trabalhava com óculos. meu avô era dono da garagem aliança que ficava na pres. vargas, nos fundos de nossa casa.

        1. corrigindo o número é 373 e não era sacaria era uma empresa de transportes,pra voces verem que a memória dos mais velhos às vezes é melhor que a dos mais novos!!!! vocês de repente lembram do meu avô juca que era dono da garagem aliança ou dos meus tios, joão, walter, almir e zezinho que é o meu pai. lembrei tambem do botequim do zé do cabo .

          1. eu morava na rua carmo neto do lado da quitanda do seu rufino ,vc lembra da pençao na rua general pedra do alfaiate do botequim ze do cabo e tinha outro na outra equina que nao lembro o nome que saudades da marcenaria , quando morava la achava o lugar feio hoje passando pelas imediaçoes sinto saudades daquele tempo das festa juninas .
            SABE EU ERA FELIZ E NAO SABIA .quem morou na rua carmoneto no pedaço entre a general pedra e a rua joao caetano

          2. Eu sou o filho da D. Augusta , irmaõ da Vera , da Rosana, Ricardo,Carlos eu morava no numero 164 da general pedra

        2. cristina hoje tenho 51 anos, morei na rua luis pinto de 61 a 73 quando fui morar em mauá . em 74 fui para o maranhão hoje moro em teresina piaui. Trabalho no INCRA de teresina.
          se vç ler esta mesagem liga para min para trocamos informações ou que sabe fotos daqueles boms tempos. Estudei na escola jorge de abreu Shirleng. 86 32221553

    2. Nelson, aqui é a irmã do Alziman, Solange quase chorei quando li seu comentário. Jesus quanta saudades daquele tempo dos amigos, das surras que levava por ter feito alguma arte, uma vez peguei uma bicicleta emprestada de um amigo, fui acabar do outro lado da ponte, resumindo tive que atravessar a ponte com a bicicleta na mão. O pior foi que levei uma tremenda surra, a Maria coitada a mãe quase a matou e meu amigo quase ficou sem a bicicleta porque ficou de castigo sem poder usa-la por um bom tempo, a mãe D. Hilda ficou uma fera e claro ficamos todos de mal uns com os outros, kkkkkk

  3. Minha bisavó morou na rua General Pedra, eu passava dias na casa dela que era tipo uma vila de 2 casas apenas no final de um corredor de pedras tipo paralelepípedos e esse corredor cheirava a sabonete phebo( fabricavam sabão lá creio eu), odor esse que saia das janelas e porta que davam nesse corredor.
    Sinto um nó na garganta ao lembrar da rua General Pedra, amava aquele lugar e até hoje é vivo em minha memória a vila, a casa, a rua, o cheiro, os barulhos, tudo tudo.
    Meus bisavós ( Tatiana Vasiliev e Daniel Vasiliev ) eram floristas, faziam flores artificiais, minha tia Chilina ( chamavam ela de Helena) trabalhou no comércio local.
    Minha tia Chilina, minha tia Maria e meu tio Wladimir ( foi jogador de futebol) e minha avó Evdoquia(chamavam ela de Lúcia pois ninguém conseguia falar o nome dela aqui no Brasil) cresceram na Rua General Pedra.
    Meu falecido pai ( Filimon Lebedenco) no final da década de 60 tinha um armazém nessa rua, foi lá nessa rua que minha mãe conheceu ele.
    Acho que de ruim na rua só isso aconteceu kakakakkaak.
    Se eu tivesse o poder de voltar ao tempo com certeza iria na rua General Pedra pois até hoje visito a rua em meus sonhos.
    Quando minha vovó velha( bisa) foi obrigada a mudar de lá foi uma tristeza geral.
    Na vila onde ela morava, a casa em frente a dela morava uma família muito boa , era a família da “Dona Sinhá”, o nome dela era esse Sinhá ( ou apelido não me recordo).
    Podíamos ir na rua, mesmo pequeninas como erámos( eu, minha irmã, irmãos e primos), sem medo e as pessoas pareciam gostar uns dos outros.
    Eu amava aquele lugar.
    Até os cheiros eram fantásticos ( sabão phebo, madeira,e alguns que não tem como descrever), o barulho do trem, tudo era mágico.
    Sinto muita saudades da rua General Pedra e para falar a verdade se existir um mundo paralelo creio que a rua ainda está lá !

    1. Obs: Errata
      O armazém de transportes de meu falecido pai não estava situado na rua no final da década de 60 e sim no início, na realidade estava instalado lá no final da década de 50 e início de 60.

    2. Alexandra vc está certa, sempre que passo por lá parece que o viaduto desaparece e vejo nossa rua querida, consigo até ver a rua lotada de crianças, brincando, de pique bandeira, garrafão de roda , as festas juninas que meu pai fazia, junto com os moradores, as gincanas, concursos de a mais bonita caipira, kkkk
      Meu Deus era tudo tão lindo!!!!

    3. a minha morou nesta rua era tipo cabeça de porco o nome dela e zeneide cozinheira e o meu padrasto se chamava bexiga tinha um senhor chamado seu barbosa e dona analia tempos bons moravamos eu minha mãe e meu padastro e meu irmão e minha irmã

  4. Morei na rua luis pinto, esquina com a general pedra, casa nº 1 . Na esquina ficava a quitanta de Senhor Manuel e logo depois a minha casa. Estudei na Escola Jorge de Abreu Shirlei nos anos de 66 a 72 . Tenho muitas saudades daqueles tempos, quando jogava bola de gude com os moleque da Ruas Luis Pinto. Hoje trabalho no INCRA e moro em Teresina- piauí, mais não me esqueço daqueles tempos em que nos fetejos de São Cosme e são damião saiamos pedindo doçes nas casas.Alguem que for daquela é´poca escreva para min para trocarmos fotos .
    Abraços do Amigo Ismael Zodíaco.

    1. Zodiaco eu morei na rua general pedra 16 casa 07, e estudei também na escola jorge de abreu Shilling, na decada de 63 morei lá até 69, lembro me da professora Lidia que era filha da também dona lidia que era zeladora da escola.
      Grande abraço para voce saúde.
      Alziman

  5. Também tenho boas recordações da r. Pedro Rodrigues. Morei um tempo no prédio de número 21 (se não me falha a memória). Meu pai fez um filme em super 8, tenho imagens razoáveis em DVD daqueles bons tempos (1971). Gostaria de encontrar a Professora Janete de Assis, que dava aulas na escola Jorge de Abreu Schilling, onde estudei. Se alguém souber seu paradeiro, favor entrar em contato pelo meu e-mail (etnof@yahoo.com).

  6. Mario você lembra quando dormíamos todos na avenida, em época de verão? Quando fazia aquele calor horrível, hoje temos até medo de sair nas ruas.É eu era feliz e não sabia,kkkkkkkkkk Beijos com sabor de saudade.

  7. Morei na general pedra 198 de 1942 a 1961, estudei o primario na Luiz de Camões na Carmo Neto,pouco pude apreciar os comentarios acima pois a casa em que morava ficava perto da João Caetano e logo depois a Luiz Pinto onde morava
    o Fernando que tocava piano.Muitas peladas muita unhas arrebentadas , talvez não se lembrem que o Djalma Dias pai do Djalminha para
    as crianças da pelada era o Saburiqui, magrinho
    quase raquitico, porem de uma vitalidade incrivel, caso alguem tenha morado pela bandas, deixe o comentario ou lembranças

  8. Morei na Dr Ezequiel na decada de 60, claro que lembro desses bons tempos, também estudei o jorge de abreu. Lembro como se fosse hoje o incendio na garagem Aliança.
    Gostei de encontrar este site, sou de 54.

  9. Estou aqui no Grajaú, em pleno domingo de carnaval, 19 de fevereiro de 2012. Como não me emocionar, ao ser dirigido a esta página, ao digitar no Google o nome Rua General Pedra. Estou com 64 anos e, sem dúvida alguma, morar na Rua General Pedra 16 casa 8, dividindo paredes com os inesquecíveis amigos das casas 7 (Alziman e Solange, seus pais Manoel e Alzira) e casa 9 (Mário e Fernando, seus pais Fernando e Gloria e seus avós Angelina e Atílio) foi o MELHOR PERÍODO DA MINHA VIDA Sou filho de Franklin e Teresa, meus irmãos Sílvio e Marilene (falecida), minhas avós Angelina (casa 8) e Dona Rosinha (casa 2). Fiz com todos vcs muita bagunça naquela vila e quase morri de medo do incendio. acho que numa fábrica de móveis que dava fundos para a casa da Ruth, Seu Joaquim, Arthur e Dona Arminda. Tenho saudades das festas de Natal e Ano Novo por reencontar tantos amigos parentes da Dona Virginia e Seu Chico e aquela maravilhosa Arvore de Natal que tanto admirava. Outros nomes que lembro: Paulo e Luiz, filhos da Natividade; Francisco, Vera e Mário, filhos da Ramona e do Mário. “Beleba” e Angela (casa 4); Dona Ana, Antoinio e Carlos, além da Suely e sua mãe. Além de muitos outros moradores que vou lembrar aos poucos: Marino, Zé Carlos, Luizinho, Helinho, “Cunhado” , etc. FELIZ DIAS E MUITA SAÚDE PARA TODOS. BOM CARNAVAL.

    1. Flavio era bom mesmo,gente sincera de verdade, a união então nem se fala. Lembra quando algum idiota tentava fazer algo de errado na rua e todos se juntavam para dar uma lição no individuo,kkkkk.
      Eu não saia da tua casa, tomei muito chafé com a tua irmã Marilene, fiquei muito triste quando soube do falecimento dela. Caramba as festas eram demais, também não esqueço os natais e ano novo, eram maravilhosos todos juntos na vila e depois íamos nas casas dos amigos, gente era demais. a arvore de natal deles era enorme,kkk
      Lembro tão bem de todos que você citou, quanta saudades.
      Quem sabe a gente não consegue um dia se juntar para matar a saudade? A Sueli da Angelina é madrinha do meu irmão Alziman. O Pedro irmão da Glória, também mora aqui em Maricá, todos conhecem ele como ” O papai noel de maricá” todo ano ele se veste de papai noel e faz uma festa,na rua 90.
      Meu email, solde.souza@yahoo.com.br
      Meus pais já faleceram, tenho 2 filhos e 3 netos.que são a alegria dos meus dias.
      Cada vez que entro aqui fico emocionada e a saudade aumenta, mas feliz de saber que um dia fomos amigos e felizes. adoro cada um de vocês , são pessoas que fazem parte da minha história de vida e são inesquecíveis.

  10. Amigos da Rua Gen. Pedra, hoje estou com idade acima dos sessenta, muitas saudades daquela epoca, das festas juninas, dos bailes, de todos amigos.
    Alziman, Solange saudades… Paulo e Luiz, filhos da Natividade; Francisco, Vera e Mário
    Gostaria de receber fotos , filmes da nossa querida General Pedra .
    Robson, como conseguir copia deste este DVD
    Meu pai fez um filme em super 8, tenho imagens razoáveis em DVD daqueles bons tempos (1971).
    silvioafonso1@gmail.com
    BOM CARNAVAL.

    1. Silvio como podemos ver esse filme que teu pai fez? Poxa a gente podia marcar um encontro. Para matar a saudade e relembrar do tempo que eramos felizes e não sabíamos,kkkkk
      Se conseguir a cópia do dvd, me avisa. estou sempre por aqui procurando noticias do pessoal. bjs em seu coração.
      Meu email, solde.souza@yahoo.com.br
      Estou no facebook.

  11. Não residi naquelas imediações. Morava na Rua do Matoso.Tive grandes amigos daquela área, principalmente a Dr.Ezequiel. Joguei bola com o ZUKIN(MORADOR DA DR.EZEQUIEL-IRMÃO DO DAVI,MOISÉS,ROSA,MAURÍCIO), o Joel irmão do Toninho. O Jailton e o Djalma Dias (que jogaram no América), isto nos idos dos anos sessenta e tantos. Frequentei algumas festas juninas. Joguei bola com a galera no campo do Canadá, aos sábados à tarde. A GENTE ERA POBRE , MAS ÉRAMOS LIMPINHOS E DECENTES. ERA SÓ ALEGRIA. HOJE TUDO VIRA HISTÓRIA QUE CONTANDO NÊGO NÃO ACREDITA.
    DEIXO MEU ABRAÇO SAUDOSO A TODOS (DAQUI E DOS QUE ESTÃO NO AZUL-MARINHO), FIZERAM UMA CICATRIZ MARAVILHOSA NO MEU CORAÇÃO E UM FILME COLORIDA EM MINHA MENTE,
    RICARDO

  12. Morei na Rua João Caetano, 125 até 1972. As demolições ja tinham começado junto com a construção do viaduto. Tinha muitos amigos na General Pedra, Luis Pinto, Comandante Mauriti e Pedro Rodrigues (lembro ainda da Cofap), pois jogávamos a pelada de domingo depois dos mais velhos. Sou de 58! Uma pena, mas não tenho uma foto para postar do período. Abraços e saúde a todos!

    1. João
      Eu morei na rua comandante Maurity na mesma época que você. Sou filha da d. Maria. Éramos muito conhecidos pq éramos 6 irmãos. Meu irmão o Mário também conhecido como jacaré jogava bola na rua general pedra. Nos morávamos bem em frente a Light. Meu pai conservava rádios e TVs. Poxa eu gostaria muito de reencontrar as pessoas que fizeram parte de minha tão feliz infância.
      Meu email mem1955@gmail.com

  13. Gostaria de saber se alguémconheceu a Fábica Móveis Irmãos Cunha Ltda.
    É que minha tia (já falecida) deixou-nos um móvel (mesa aparador) no qual consta a etiquta dessa fábrica. Eu queria ter ideia do ano de fabricação.
    Rua General Pedra, 172/174 – tel 23- 1242
    CRS 1.800,00
    Pelo nº de telefone, parece-me anterior aos anos 60.
    Alguém pode me ajudar?
    Grata,
    Lena
    lenasantos2@hpotmail.com

    1. eu conheci a fabrica do seu joao cunha que tinha dois filhos o luciano e o luis eu morei na entre os anos 1952 e 1969 foi quando sai dela devido a construçao da garagem do metro .
      olha a essa fabrica de moveis nos anos 60 ela ja existia nao me lembro se antes disso ja esta la pois era muito pequena deveria ter uns 9 anos quando meu pai tinha contato com o seu joao cunha

  14. Gostaria de saber se alguémconheceu a Fábica Móveis Irmãos Cunha Ltda.
    É que minha tia (já falecida) deixou-nos um móvel (mesa aparador) no qual consta a etiquta dessa fábrica. Eu queria ter ideia do ano de fabricação.
    Rua General Pedra, 172/174 – tel 23- 1242
    CRS 1.800,00
    Pelo nº de telefone, parece-me anterior aos anos 60.
    Alguém pode me ajudar?
    Grata,
    Lena
    lenasantos2@hotmail.com

  15. Caros amigos que moraram nas mediações da rua São Caetano, Luis Pinto e Carmuneto e que quase tos estudaram na Escola Jorge de Abreu, voçes não sabem a alegria de ler os comentários de vocês, eu que hoje tenho 51 anos volto a ser criança e imagino todos ( agora com mais de 50) falando dos tempos de criança.Como era bom o dia de São Cosme e São Damião que corríamos para pegar doces, e as brincadeira de pega pega e pic esconde, passar o anel e pegar bandeira , tudo na rua sem medo de traficantes. Hoje moro em um sítio zona rural de Teresina Piauí. Um grande abraço a todos e não parem de mandar mensagens.

  16. Nasci no Grajaú e com dois anos minha família mudou-se para a rua João Caetano, 129, de onde só sai quando casei em 1957. Sou filho de Anna e Henrique e, hoje, com 76 anos gostaria de manter contato com pessoas daquela época . Aguardo. Mário Lopes Barreira.

  17. Nasci no Grajaú e com dois anos minha família mudou-se para a rua João Caetano, 129, de onde só sai quando casei em 1957. Sou filho de Anna e Henrique e, hoje, com 76 anos gostaria de manter contato com pessoas daquela época . Aguardo. Mário Lopes Barreira. É A PRIMEIRA VEZ QUE FAÇO CONTATO.

  18. Amigos da Rua General Pedra.
    Sou Valéria que morava na vila no.8 casa 6
    Filha da Lúcia e irmã da Marcia.
    Estou lendo os depoimentos e aumentou a minha saudade. Realmente éramos felizes e não sabíamos.
    Hoje moro em Cabo Frio, tenho 1 filho e 2 netos.
    Gostaria de receber fotos. Pois só tenho fotos tiradas dentro de casa.
    Meu e-mail: valeriadoceo@gmail.com
    Face: Valéria Oliveira.
    Muitas saudades.
    BJSSS

    1. EU MOREI NA GENERAL PEDRA NOS ANOS 68 ATÉ EPOCA NA CONSRTRUÇÃO DO METRO , MEU PADRINHO O JÁ FALECIDO JOSE COELHO CAMPOS TINHA UM SALAO DE BARBEARIA ENORME, NÃO ME LEMBRO O NÚMERO E ERA UM ENORME SALÃO, ERA PORTUGUÊS.
      TINHA VARIAS VILAS RESIDENCIAIS, MEU COLÉGIO FICAVA NA ANTIGA TELERJ E A NOSSA BRINCADEIRA ERA ATRAVESSAR A PONTE DE SANTO CRSITO.
      ENCONTREI MEU AMIGO ADERALDO E LEMBRAMOS OS MOMENTOS EM FICAVAMOS CURTINDO A ÉPOCA.
      QUEM QUISER

  19. eu sou filho da D.Augusta e morava na Rua General pedra 164 vivi de 1954 a 1969 somos cinco filhos Vera Lucia .Reinaldo.Rosana.Ricardo e Carlos augusto. Hoje me encontro com 58 anos e tenho saudades daqueles tempos em que vivi la aquilo sim era infancia quem se lembrar de nos fazer contato pelo imail reinaldopds@oi.com.br

  20. Caros amigos, não morei na Rua Gal. Pedra, mas sim todos os meus familiares, minha bisavó Cotinha, minha avó Célia, meu avô Sebastião (Tião), minha mãe, Lurdes, com seus irmãos menores surdos, minha tia Madalena e cresci ouvindo história da Rua, infelizmente não cheguei a conhecer a tão famosa e saudosa rua, mas acompanho o saudasisimo de todos e mesmo sem tê-la conhecido, também sinto saudades. Gostaria de saber se alguém conheceu meus familiares que infelizmente já faleceram. abraços.
    PS: Eles falavam também da Célia Morena, Celinha e Lú.

    1. Tania, morei na Dr Ezequiel e minha mãe tinha uma amiga Cotinha que morava ali, mas não me lembro exatamente onde. Sou de 54, aproveitei muito minha infância nesta rua,
      tenho saudades dos amigos. Estudei no Jorge de Abreu.

      1. D. Cotinha que morava na Rua Pedro Rodrigues, em frente ao ao colégio, mãe do Romildo , Roberto e Roz-Mary, se foram eles eu sei que se mudaram para São Cristovão, mas perdi contato, eu morava ao lado do colégio, no nº 12.

    2. Tânia
      Cheguei a me arrepiar lendo seu post. Eu conheci toda a sua família. Moravamos todos na rua Comandante Maurity. D. Cotinha, que moraba junto com filhos, netos, genros, era a rezadeira da rua. Ela que socorros minha mãe nas horas em ficávamos doentes. Minha mãe a chamava pra matar a galinha do final de semana. Os mudnhos eram todos meus amigos. Viviam na minha casa e eu na casa deles. O Haroldo, a Fátima que a gente chamava de preta, o Wilson, que falava enrolado também. Olha passou um filme na minha cabeça. Lembro da sua mãe, da Madalena e dos filhos dela. Do seu Tião, da d. Célia.. .entra em contato comigo, por favor mem1955 @globo.com.

    3. Tânia
      Cheguei a me arrepiar lendo seu post. Eu conheci toda a sua família. Moravamos todos na rua Comandante Maurity. D. Cotinha, que morava junto com filhos, netos, genros, era a rezadeira da rua. Ela que socorros minha mãe nas horas em ficávamos doentes. Minha mãe a chamava pra matar a galinha do final de semana. Os mudnhos eram todos meus amigos. Viviam na minha casa e eu na casa deles. O Haroldo, a Fátima que a gente chamava de preta, o Wilson, que falava enrolado também. Olha passou um filme na minha cabeça. Lembro da sua mãe, da Madalena e dos filhos dela. Do seu Tião, da d. Célia.. .entra em contato comigo, por favor mem1955 @globo.com.

    4. Oi Tânia! Eu cresci junto com seus familiares. Conheci sua mãe Lourdes e os irmãos dela. Sua avó, dona Cotinha era verdadeira da rua.
      Meu email é mem1955@globo.com
      Adoraria que você entrasse em contato comigo.
      Um grande abraço!

  21. minha tia Flávia, ( in memorin), irmã da minha mãe, morava na rua General Pedra, com meu primos João, Jorge e Soninha. Minha mãe constantemente ia passar final de semana com minha tia. Hoje tenho 55 anos mas me lembro como hoje, da rua General pedra. Meus primos jogavam bola na rua enquanto minha mãe e minha tia observavam da sacada. Da sacada, também lembro de um quartel do corpo de bombeiros, Sinto muita saudade da minha tia e da rua General Pedra.

  22. Queridos amigos, ( antigas crianças ) hoje todos com mais de 50, não parem de mandar mensagens das lembranças da infância da região , luís pinto, são Caetano , general pedra. Lendo as mensagens eu volto ao passado mentalmente. Hoje com 53 me apego as lembranças dos bons tempos. Estudei na escola Jorge de Abreu Schilling, aproximadamente de 66 a 72, quando fui morar em mauá. Hoje moro em Teresina -Piaui. Quem tiver alguma foto daquela escola que me mande por imail , Ismael.zodiaco@tsa.incra.gov.br. tel. 086 3221553 ( telefone do meu trabalho INCRA) pela manhã. Um grande abraço a todos vocês de todo coração, vocês não sabem o tanto prazeroso é ler estas mensagens,

  23. Meu avô paterno morou muitos anos na Pedro Rodrigues. Nós morávamos no Flamengo mas o edificio teve que fazer obras e fomos morar com o avô. Ficamos 2 anos lá. Ainda lembro que íamos ver os trens da Central passar, pois havía uma porta na esquina da Pedro Rodrigues e General Pedra. Bonitas recordações. Espero que a memória não esteja me traindo. Hoje tenho 63 anos e moro no México há 50 anos. Recordar é viver. Localizei uma foto aérea na internet dos anos 70 onde ainda se podem ver de longe estas ruas e o edificio do meu avô.

  24. Prometo, o último comentário. Quando voltei ao Brasil em 1979, de visita, pois ainda tenho muita família lá, quis voltar a ver a rua Pedro Rodrigue, mas ao saber que já não existia me deprimí muito.

  25. Prezados,
    Alguém teria alguma referência ou recordação da Carpintaria e Marcenaria do Nicoláo Zangrando no número 171 da Gen. Pedra? Qualquer informação será muito bem-vinda.

  26. Morei na Rua General Pedra número 38 sobrado nos anos de 1971 a 1973, quando minha família saiu de lá por causa do viaduto São Sebastião que passaria justamente aonde eu morava, meu pai Anisio era ferroviário e chegamos a ter em nossa casa uma pensão onde muita gente ia almoçar lá, tinha também o DETRAN em uma rua tansversal bem próximo.
    Abraços a todos!
    Carlos

  27. Meus Avôs paternos Maria e Joaquim, moraram lá por muitos anos no numero 111, onde tinham uma pensão. Meu pai Joaquim,meu tio Antônio, minhas tias Benilde, Inês, Nílza e Hilda. Anos mais tarde tb morei lá entre os anos 60 e 70, mas guardo com muito carinho, o tempo que passamos lá.

  28. Sou neto de Amália Mauro Salgado e Silvino Lourenço salgado. Meu avô trabalhava com perfumes. Eram de colônia italiana e lembrobde alguns fios como: João Mauro, Virgílio… Ambos jornaleiros no Estácio. A casa na general pedra foi demolida e sai de lá em 1969 com um ano de idade. Alguém lembra de alguma coisa?

  29. meu tio firminio e meu pai jose tinham um bar de nome cafe clea na rua merques de pombal numero 41 b, ao lado da sapataria celia esquina c/ praça onze,trabalhei neste bar em 1957.

  30. meu nome é carlos morei na rua dr. ezequiel no. 03, meu pai, manoel era dono do cafe e bar são diogo na esquina com general pedra, sai de la em 1961, tenho muitas saudades daquele tempo, onde vivi minha infancia meu e-mail carcontab@oi.com.br

    1. Oi Carlos
      Eu lembro bem desse bar.Tinha a d. Tiana a cozinheira. Me lembro que seu Manoel tinha um filho que trabalhava numa oficina ali perto e a gente meio que se paquerava. Que tempo bom. Hoje tenho 6.2 de idade e lembro como se fosse hoje. No bar eles faziam um doce ou um pão tao8gostoso com goiabada e queijo todas as tardes. Aí que saudades!

  31. Oi gente é com muito prazer que falo dessa ex.rua: Me chamo Paulo Roberto nasci e me criei na rua general pedra 73 casa 1 ficava em frente a cabine da central. joguei muita bola nessa rua e soltei muita pipa. tinha muitos amigos. morei até servir ao exercito.eu tinha mais quatro irmãos Janete, Iracema, Alvaro e Ivonete. meu pai chamava-se Alvaro e minha mãe Maria. hoje eu já tenho setenta anos. Deixo aqui meu email para contato. prrc2009@hotmail.com Tinha uma menina Chamada Clemilda que morava em uma rua que eu não lembro o nome ficava perto da primeira ponte que atravessava para rua da Améria. a escada ficava na rua Masques de Sapucai.

  32. Digo: Eu não lembro se o nº era 73 ou 173 me parece mais 173. ficava entre a rua Marques de Pombal e Rua Marques de Sapucai.

  33. Alguém se lembra do clube Araponga. Ele foi fundado na decada de 60. Ficava na esquina da rua João Caetano com Comandante Maurity se nao8me falha a memória.
    Eu morei muitos anos na rua Comandante Maurity em frente a Light. Nessa rua eu tinha uns vizinhos muito queridos que brincava comigo e meus irmãos. Era uma família onde todos os nomes começavam com a letra C. Tinha a Clélia que era gemea da Cleia, a Carice, a Cleide, os gêmeos Cláudio e Cleber, e a caçula Claudia. A mãe era a d. Ofélia e o pai o seu Hélio. Gostaria muito de ter notícias

  34. E aquele mendigo o boca de ouro. Como tinha medo dele. Era aterrorizante qdo ele aparecia com aquela capa branca encardida, aquele chapéu e sempre com um cigarro entre os dedos…alguem lembra?

  35. Marcia morei na rua General Pedra 187 prédio chamado Labanca frequentei muito bailes no ARAPONGA Conjunto The New Troubless curti muito, Pedro que morava enfrente a cabine da central brincava muito com seu irmão Alvaro, minha irmã se chama Geni, os amigos Mauro, Valdeque e Flameres.

  36. Oi pessoal… ieu bisavo tinha uma loja Perez nessa rua.. estou procurando informações sobre ele e se alguém lembrar de alguma coisa, agradeço muito..

  37. Ola, busco informações sobre Placido Antonio Alves , ou Sandália Alvez, eles residiram na rua general pedra 22 , por volta de 1953 , se alguém tiver qualquer tipo de informaçao fico extremamente grato , obrigado.(Placido é o pai verdadeiro da minha mae , e o sonho dela é descobrir onde ele foi enterrado) .
    E-mail de contato:bjjr2016@gmail.com

  38. Bom dia… Procuro alguém que se recorde de meus avós maternos ambos portugueses – Seraphim Pereira Neves e Maria Rita Ferreira que moraram muitos anos na General Pedra. Os filhos deles se chamavam Maria Otília, Antonio, Américo, Rosa (que é minha mãe hoje com 88 anos), Jorge, Manoel e Cosme. Houve outro chamado Valdemar (conhecido como Mazinho) que morreu no local pequeno com uns 7 ou 8 anos.
    Meu avô Seraphim era Ferreiro e fabricava grades, portões, fogões e outros objetos de ferro. Minha avó Rita era doméstica e Lavadeira. Seraphim deve ter morrido entre 1950 e 1952.
    Contatos para mim: claudionovembro@yahoo.com.br

  39. Nasci e cresci nesta rua quase eswuina com Rua Joao Caetano.Meu avo Sr Reginaldo era restaurador de decoracoes.Minha tia Nila era prof. De piano.Lecionada em casa e seu espiso meu tio Celso era relojoeiro.Ele tinha uma deficiencia na perna.

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