foto de andredecourt en 13/01/04

 

Seqüência de três fotos que mostrarão a destruição do espaço urbano de Copacabana em 20 anos intercaladas aproximadamente 10 anos entre elas, vou coloca-las, as três durante essa semana, só elas, para todos poderem ver e refletir com calma as grandes transformações urbanas, para pior que um crescimento desordenado pode causar .

O local é a esquina da Av. Atlântica com rua Constante Ramos
A segunda foto da seqüência de três, ela é de 1946, quem posa agora é minha mãe bebê, ao fundo vimos que o prédio do Rian já está pronto à alguns anos, ao seu lado uma das casinhas já foi demolida e da lugar a um novo prédio, que existe até hoje e tem uma fachada de bom gosto, embora suas varandas tenham sido todas fechadas, ao fundo, apesar de estarmos quase nos anos 50 podia-se ver o conjunto de prédios na Avenida Copacabana com rua Barão de Ipanema onde por muitos anos funcionou a Confeitaria Colombo
As duas fotos do arquivo da família

Comments (10)

aqua_man 13/01/04 17:27 …
O seu flog é um grande presente, para nós cariocas! Muito obrigado, de coração!
Estou curtingo muito essa seqüência!
Abs!
andredecourt 13/01/04 18:06 …
almacarioca @ 2004-01-13 17:34 said:
Estou esperando pela terceira foto. Vai ao Rio`s amanhã? 18:30 hs
boreli @ 2004-01-13 17:38 said: Aí…
Tempos…
Que bonitinha sua mãe!
trymeon @ 2004-01-13 17:54 said:
jesus que foto fofa!!!!
angemon 13/01/04 18:29 …
amigo, que foto linda! bom registro e…denúncia! a gente se encontra amanhã pra foto!valeu sua visita!
jason 13/01/04 21:35 …
Rian, que de trás pra frente vira Nair(de Teffé). O último filme que vi lá foi “A volta do Nimitz”, com Kirk Douglas. O filme mostrava um belo combate de um F-14 contra um Zero. Digressiono, digressiono…
danischa 13/01/04 21:59 …
ahahahahahaa que coisinha mais gostosa!!!
Olha que carinha de sem vergonha! Linda demais!!!
Andre, assim não dá!
Desculpa, fica zangado não. Eu tô tentando, mas não consigo prestar atenção em prédio nenhum. É mais forte que eu, quê que eu posso fazer!? Daqui a dez minutos eu volto e tento de novo, tá?
analyzator 14/01/04 1:14 …
Essa roupa de banho também era ousada, como o maiô da última foto?
Observar o progresso através de fotos, comparando secamente o passado com o presente, é fácil (e.g. antes, sem espigões; depois, com espigões). Mas isso foi um processo lento, que durou décadas. E à medida que as casas iam dando lugar a prédios, creio que a grande maioria não se dava conta dos rumos que o progresso poderia tomar. Isto é, quem nos anos 30/40/50, por exemplo, imaginaria que Copacabana tornar-se-ia o que é hoje? Talvez para os padrões da época o que ocorria (construção de prédios, etc) fosse considerado “normal”, creio que poucos se preocupavam com questões como crescimento desordenado.
andredecourt 14/01/04 11:05 …
Bem roupinhas de banho para criânças assim na primeira infância nunca poderão ser classificadas como ousadas, pois afinal elas podem ficar no sol até peladinhas….
Quanto a especulação imobilária, já nos anos 30 haviam vozes sendo levantadas, principalmente com a constante falta d`água que assolava Copacabana, bem como as linguas negras depois de fortes chuvas, a falta de transportes e a saturação da central telefônica de Copacabana que tinha sido inaugurada a menos de 10 anos e já não dava mais vazão .
Haviam alguns poucos que já reclamavam das sombras projetadas na praia na parte da tarde e também da escuridão em que algumas ruas do Leme e do Lido estavam começando a ser envolvidas
atomsmashers 14/01/04 13:06 …
Adoro ver as fotos postadas por vc no flog. Dão um misto de melancolia, saudades mesmo sem ter vivido naquele tempo. Junto vem um sentimento de indignação por terem destruído tantas coisas que deixariam nossa cidade mais Maravilhosa apesar da realidade de nossos dias. Mas uma vez parabéns!
Keila 15/01/04 0:33 …
Imagine uma casa pequetitinha ao lado de um espigão em construção. É como Davi e Golias…
Que menininha fofa! 🙂
aqua_man 15/01/04 9:29 …
André, foi para mim também um grande prazer conhecê-lo pessoalmente! Mesmo que rápido! No próximo encontro vamos ver se conversamos com mais calma.
Grande abraço!